Mas uma vez da verdade torta fez-se o pranto
e de pouco acalanto fez-se a solidão
O que eu não sei porquê, não sei por onde
nem por quais motivos parte o meu coração
Dois arrepios correm a espinha com tanta ferocidade
que a velocidade quase nem se vê
Qualquer presença que não seja a minha
talvez seja a melhor coisa a se fazer
Teus programas, meios, seios, coxas,
colegas, cantos ou antiga paixão;
talvez não seja meu meio, e o que está feito,
ou qualquer defeito não tenha razão
Será que este é o momento,
para você fazer o que quis fazer?
Será que sou o melhor mesmo,
aquele com quem queres viver?
Mesmo que não haja tempo,
saibas que meu sentimento é de todo real,
Peço-te que depois de tudo,
acima de tudo não me leve a mal
Mesmo que não faça diferença alguma
saiba que não és qualquer uma, e como sempre,
[quero-te apenas bem
pois há muito, que eu até reluto por qualquer porém
Apenas por temer a dor de saber
que em outrora fui capaz de te magoar
e não há dor maior para quem ama,
do que saber que é por tua causa que a sua musa está a chorar
mesmo que não haja perdão quero que saiba
que dedico-me a ti com meu melhor
e todo o amor do mundo é pouco para o que sinto
e amor de verdade é quando se reconhece
o que não se está bem,
e quando o próprio bem-querer se sentiria bem
ao estar bem, mas bem longe de ti mesmo.
e de pouco acalanto fez-se a solidão
O que eu não sei porquê, não sei por onde
nem por quais motivos parte o meu coração
Dois arrepios correm a espinha com tanta ferocidade
que a velocidade quase nem se vê
Qualquer presença que não seja a minha
talvez seja a melhor coisa a se fazer
Teus programas, meios, seios, coxas,
colegas, cantos ou antiga paixão;
talvez não seja meu meio, e o que está feito,
ou qualquer defeito não tenha razão
Será que este é o momento,
para você fazer o que quis fazer?
Será que sou o melhor mesmo,
aquele com quem queres viver?
Mesmo que não haja tempo,
saibas que meu sentimento é de todo real,
Peço-te que depois de tudo,
acima de tudo não me leve a mal
Mesmo que não faça diferença alguma
saiba que não és qualquer uma, e como sempre,
[quero-te apenas bem
pois há muito, que eu até reluto por qualquer porém
Apenas por temer a dor de saber
que em outrora fui capaz de te magoar
e não há dor maior para quem ama,
do que saber que é por tua causa que a sua musa está a chorar
mesmo que não haja perdão quero que saiba
que dedico-me a ti com meu melhor
e todo o amor do mundo é pouco para o que sinto
e amor de verdade é quando se reconhece
o que não se está bem,
e quando o próprio bem-querer se sentiria bem
ao estar bem, mas bem longe de ti mesmo.

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