Quando o dia-à-dia se confunde com a poesia,
é chegada então a hora de escrever.
Não sei como começar, nem sei como, ou o quê dizer,
só sei que de uns tempos pra cá ando com medo...
Ando com medo de ficar sozinho.
Com medo das sombras, com medo de qualquer sussurro...
Tento acreditar que as luzes que vejo de beira,
são coisas da minha cabeça, que as sombras que me vem na visão
são apenas pequenos de feitos que precisam de lentes corretivas...
Na verdade é como se fosse tudo um tipo de influência,
como se alguém quisesse que eu fosse mais além da moral,
mas além do que o meu caráter permite.
É como quando o corpo pede uma ou duas cinzas e não se sabe porquê,
é chegada a hora de dar uma parada, uma refletida, uma meditada...
de parar pra pensar nos quês dos quais e poréns, pra ver se fica tudo bem.
é chegada então a hora de escrever.
Não sei como começar, nem sei como, ou o quê dizer,
só sei que de uns tempos pra cá ando com medo...
Ando com medo de ficar sozinho.
Com medo das sombras, com medo de qualquer sussurro...
Tento acreditar que as luzes que vejo de beira,
são coisas da minha cabeça, que as sombras que me vem na visão
são apenas pequenos de feitos que precisam de lentes corretivas...
Na verdade é como se fosse tudo um tipo de influência,
como se alguém quisesse que eu fosse mais além da moral,
mas além do que o meu caráter permite.
É como quando o corpo pede uma ou duas cinzas e não se sabe porquê,
é chegada a hora de dar uma parada, uma refletida, uma meditada...
de parar pra pensar nos quês dos quais e poréns, pra ver se fica tudo bem.
